terça-feira, 15 de setembro de 2009

pudim de leite condensado

a Stella Tavares tem um blog lindo - http://manualdoinseguro.blogspot.com/ - seus textos realmente valem a pena serem lidos -
há alguns dias ela me disse que adora o pudim com furinhos -
eu acho que minha mãe, dizia que para ter furinhos é preciso bater bastante - mas, isso já foi a muuuito tempo - então, talvez tenha me confundido.
tinha que testar para responder à Stella.


e, a resposta, cá esta - meu pudim sem furinhos - então estou dividindo a dúvida com minhas amigas virtuais - agora também fiquei curiosa - logo eu que nunca liguei para os furinhos - como obtê-los - alguém sabe?


a receita básica:
no liquidificador:
3 ovos
1 lata de leite condensado
2 medidas de lata de leite
1 cs de leite em pó
1 c.café de essência de baunilha
bater bem - forma caramelizada
forno - em banho-maria - por uns 45 minutos
esfriar para desenformar.




sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ação




o universo tocou meu coração
sinto um amor crescendo
por tudo que é belo
por tudo que traduz beleza
vindas da própria criação
a energia vibra como uma canção
com notas suaves, sensações suaves

sinto como se tivesse descido
uma intensa luz furtacor dos céus
penetrando todos os recantos do meu interior
transformando,
redescobrindo minha natureza
virando o mundo de ponta cabeça
girando, girando
colorindo com pontos purpuríneos o ser
que vibra de emoção esperando ação

junho/2003 - RaSena

Que o final de semana de todos seja cheio de luz


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Bem Casados para Juliana e Rafael





Casamento




Estas taças de vermelho retinto,
de vestir o sangue tinto das uvas,
são do meu puro desejo tingido
de felizes noites de mesa farta.



Que não se parta o pão sem amor
e a compreensão sem o decoro da verdade.

Que a vontade de caminhar a passos largos
encontre embargos suaves nas curvas da estrada.



Sonhada data esta, de champanhe, riso e festa,
de memorias de porta retrato, de fato memoráveis,
recordáveis a cada saudade que chega de assalto
do alto das neves de idades distantes.



E os infantes virão, os farão pais,
e mais, no decorrer de alguns anos, avós.
A sós, no abrigo da cama, rirão baixinho
ao perceberem que o tempo da onça está a caminho.

(Felix Ventura)

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